12/09/2016

11 de Setembro de 2001

Há 15 anos atrás, menos horas mais minutos, estava refastelada no sofá preto da Costa, com a televisão ligada na SIC. E tal como milhares de portugueses que àquela hora viam o jornal da hora de almoço, vi tudo aquilo em directo. A diferença é que o B. estava lá.
Ainda hoje enquanto escrevo isto e sempre que me lembro, não consigo ficar indiferente e sinto exactamente o mesmo. O arrepio, o pânico. O medo de saber que é mesmo verdade, que tudo muda num segundo. Também por isso é que eles, os segundos, são eternos. Há quinze anos atrás, aquele não foi só o dia em que a América mudou. Mesmo sem lá estar o mundo de todos também mudou. E sabemos que realmente o que foi não volta a ser mesmo que muito se queira...

17/04/2016

Pedir à saudade cautela

"Pedir à saudade cautela é poético, mas nada nem ninguém tem o encanto e a mestria da vida."
Parabéns Kika côdegosa, sobrinha neta que cada vez mais é maior!



A Francisca chegou às 0.12 de Sábado, dia 17 de Abril. Qualquer dia seria lindo, mas esse foi ainda mais. 
Eu, chegada a desoras de Lisboa no Sábado, só ontem estive com ela. Mas tal qual o dito da fome que dá em fartura, ontem passei o dia todo a babar de felicidade. Literalmente até indicarem a porta da rua no Pedro Hispano. É uma ervilhinha que nasceu antes do tempo. Mas é um docinho de ervilha na forma de gente! Estou oficialmente babada, ah pois estou. A Francisca é a minha primeira sobrinha neta, filha da Joaninha, a minha primeira sobrinha que nos últimos dias foi valente e fortíssima!

31/12/2015

There's better things to come... Bom 2016!

"Não largues esta mão no torvelhinho pois falta sempre pouco para chegar!" ✨🎶

No cansaço que é a vida, desistir é uma opção. Stay focus, please.

2015, foi um ano com marcas eternas. Das que irão doer sempre.

Porque a nossa Vida é um livro que queremos eterno, o maior desejo é que as linhas sejam quase sempre a direito e os borrões da caneta, ou o bico do lápis partido, meros pormenores sem a mínima importância.

Uma página alva nesta novo ano, uma caneta nova, um lápis bem afiado e, no fim, que a folha esteja completamente escrita! Bons esquissos!

Sinceramente? Um grande 2016!

27/12/2014

Maria, José. Manuel, João. You name it!

DisclaimerI know you know what I mean.

Maria é uma pessoa comum. Igual a tantas outras. Saída da mesma fornalha de mais de noventa por cento dos mortais.

Maria tem um sorriso alvo que contrasta de forma exímia com o escárnio e maledicência que recebemos em todas as palavras que não diz. Mas que as pensa… porque as pensa. A sua consciência só as deixa pensar. Extraordinário! Maria, afinal, tem consciência…
Mas Maria não tem coragem de dizer tudo o que pensa. E é pena. Porque Maria deve pensar muito…
Maria tem uma maneira de ser que cativa quem a rodeia. E que quase nos faz pensar “porque não somos assim?”. Mas Maria deixa cair a sua “primeira-de-mão-de-verniz” quando, quem a rodeia – aqueles dez por cento -, pára para reparar.
Se há coisa que não mente e não engana é o olhar. E se repararmos no olhar que Maria nos deita e deita a quem passa, e o olhar daquilo que pensa de quem fala, mesmo não dizendo tudo aquilo que pensa (mas pensa-o…), percebemos que Maria cada vez mais é uma pessoa comum.

Nem sempre somos fáceis de entender. E muito menos de gostar. É preciso paciência. Atenção. Dedicar tempo a reparar. E saber esperar.
As coisas não são como queremos. E não podemos moldar os outros como se fossem um bocado de barro – execrável, é certo - nas nossas mãos.
Mas enquanto esperamos e reparamos, construímos as nossas teses mentais. Mortais, é certo. Mas teses.
Maria não deve gostar muito de si. Mas em contrapartida gosta de tudo aquilo que vê nos outros. Independentemente de ver nos outros muito ou pouco…
Independentemente de, aquilo que vê, a leve a ponderar “porque não sou eu assim?”.
Maria tem inveja de tudo o que a rodeia? Não. Maria só sabe ver. Nem concebe que seja possível reparar no que a rodeia.
Mas Maria tem pena de não conseguir ser como tudo o que a rodeia. De não conseguir ter o que quem a rodeia tem. Mesmo que não tenha, mas Maria pensa que tem. Porque Maria até pensa.
Independentemente de ser bom ou mau o que a rodeia. Maria não gosta mesmo de si.

Maria é uma pessoa comum. Maria é mais um. Um comum mortal.
Igual a quase noventa por cento de tudo o que nos rodeia… e por isso Maria não tem necessidade em mudar. Faz parte da maioria. Para o bem ou para o mal, Maria situa-se na maioria.

Abençoados os que não são comuns. Mesmo estando rodeados de pessoas comuns… Mais abençoados sejam esses!
Abençoada Maria que nos faz entender o porquê da nossa diferença. O porquê da nossa minoria.

19/10/2014

Mundo perfeito

Num mundo perfeito não haveria pessoas más. Num mundo perfeito não teríamos dor, desilusão, saudade. Mas não há mundos perfeitos. Há, isso sim, momentos que nos dão a alegria de saber como somos grandes, aprendemos e crescemos com o lado mau dos outros. As imperfeições.
O "m'espanto às vezes outras m'avergonho", de Sá de Miranda, marca do Abrupto, que gosto muito e tanta vez a "uso", é isso mesmo. Uma imperfeição do que temos. Gostava muito mais de a completar, com o "m'espanto às vezes outras m'avergonho com a grandeza dos que nos rodeiam".
Ontem, a ida e dia passado em Braga, relembrou isso mesmo. Que não há mundos perfeitos mas que há juízes em Berlim!

11/06/2014

"O sorriso audível das folhas..."

Pessoa já o dizia.



Eu continuo a acreditar no destino porque em certos momentos somos donos dele e a acreditar que um dia, sempre um dia!, as flores vão aqui nascer.

30/04/2014

Tão isto, mas tão isto.

"There is no present or future, only the past, happening over and over again, now."
Eugene O’Neill


26/04/2014

Maior que o pensamento

Nos sons que nos chegam acompanhados de memórias e coisas nossas.
O jantar já lá vai e é hora de voltar a casa.

Chuva miudinha e um grupo de romenos, turcos, whatever, que sobe a calçada. Entre o barulho dos carros e biciletas que atravessam as poças com as rodas mais ou menos grossas, esse mesmo grupo, fá-lo em fila indiana ordenado por sexo.
Não os entendo, só sei que berram muito, muito, numa língua que não conheço ou sequer compreendo. Homens na frente mulheres atrás. A última mulher berra com o primeiro homem. Berra muito. Não os entendo, só sei que é um berro sentido e compreendido por todos.
No fim da calçada e já na praça, ficam todos reunidos mas ordeiramente divididos. Homens, mulheres. Percebo a dor de ambos. O homem que liderava a subida na sua língua e da maneira que melhor sabe, grita. Grita muito, gritos de dor e chora. De joelhos dá murros no chão. Grita ainda mais. A mulher, que tantos gritos deu, está agora calada com ele ajoelhado no chão. Afagando-lhe a cabeça, aconchega-o entre as saias que veste e chora também. Em silêncio.
Esse grupo de romenos, turcos, whatever, que subiu a calçada aos berros, homens na frente mulheres atrás, esse mesmo grupo que não os percebi, mas que as feições bastaram para a legenda, está calado.
Eles não o deixaram só e elas não a abandonaram.
Ele magoou-a, com actos e omissões. Profundamente. Os barulhos das rodas, das poças e da chuva que caía voltou. Em paz.

01/04/2014

A traição da memória

Não há, com toda a certeza, pior coisa saída do ser humano, que a falta de honra nas palavras de honra que diariamente ouvimos. A quebra de um compromisso. 
Quer dizer, se calhar até há, porque isto do "o que eu mais detesto" é mesmo isso: o resultado do meu "eu". E há tantos eu's quanto os habitantes deste mundo, logo, haverá tantos "o que eu mais detesto" quantos eu's que ao nosso lado respiram.
Mas como estou a falar de moi même, o que o meu eu mais detesta é mesmo isso, a falta de honra.

Falta de palavra, no sentido de palavras que são ditas mas que voam com o vento. Bem, se pensar bem nisto, aquilo que mais detesto acabará por ser o raio do vento que teima em soprar quando as palavras, as tais que supostamente estão carregadinhas de honra, são proferidas.

23/03/2014

As noites que duram meses e os meses oceanos...

"... E por vezes sorrimos ou choramos. E por vezes por vezes, ah por vezes, num segundo se envolam tantos anos."
Os dias? Duram anos.

14/10/2013

I need your grace and you need me


Mais claro e simples é impossível. Música, esta música, para tranquilizar o turbilhão que se sente e vive. 
De tudo.

12/10/2013

T de tenacidade

Acreditar. Há uma linha ténue, cada vez menos perceptível - se alguma vez a percepção conseguiu ser trigo limpo, farinha amparo - que nos apresente o branco do preto, sem margem para dúvidas em todas as fases e etapas da vida. Mas há e acreditamos.
É essa linha de fino traço, quase esbatido que mal se vê, que me prende e segura. 

31/07/2013

Todo este céu, de pássaros e tons muito assombrados

Leroy Merlin obrigada por teres pessoas capazes de se colocarem no nosso lugar.

Carrinha publicitária estacionada no início/fim da Avenida com pub e música .
A isso acrescentemos o barulho normal de um sítio com volume de trânsito brutal, semáforos, entrada e saída da A1, ambulâncias, bombeiros, camiões tir, linha de metro, autocarros...

É dia. Há luz natural. Desço, atravesso o passeio. Bastou olhar e com o simples gesto do "então? Tem mesmo de ser aqui colado?". A carrinha publicitária estava estacionada no passeio. Passeio esse que com as obras feitas permite, também, o estacionamento.
E esse gesto bastou. Simples e bastou, para um dos 3 funcionários distribuidores dos catálogos, desligar automaticamente o som e pedir desculpa.

Sem sangue, berros, a paz possível voltou. 


Regresso satisfeita. Com a oferta de um sorriso e o catálogo 2013 carregado de vales. 
Coisas simples que nos enchem a 200%.

14/07/2013

Para sempre

"Que vais fazer quando eu fechar os olhos?
Também eu fecho os meus. Ao teu lado."

Amor é isto. Incondicional. Com todos os altos e baixos que o caminho deu. 
Obrigada pais.

20/06/2013

Baby, but you're, but you're one in a million


James Joseph Gandolfini, Jr.. Nasceu a 18 de Setembro 1961. Ontem voltou a casa. 

18/06/2013

Morreu Saramago e pouco passava do meio-dia

A minha relação com Saramago é a mais genuína que pode existir. 
Não nascemos a gostar, aprendemos a fazê-lo. 

Levei anos, sim, foram anos para continuar a ler o Ensaio sobre a Cegueira que iniciei mal foi publicado. Mas a leitura, a minha leitura, não fluía e muito menos acompanhava aquele maralhal de palavras órfãs de pontuação, frases curtas, claras e concisas. Fruto da minha eterna teimosia, quando a peça estreou no S. João pel'O Bando fui ver o que terminou madrugada alta com a leitura desde sempre deixada nas primeiras páginas. Devoro leitura, mas nem sempre com a avidez com que deveria, que nem tudo tem bonecos ou frases fáceis cor-de-rosinha. O mais das vezes a preto&branco, o início de tudo, é a cor que as acompanha. 
Aprendi a gostar de Saramago e voltarei ao antigo, a Todos os Nomes e ao Ano da morte de Ricardo Reis. Bem como ao início, com a Terra do Pecado que afinal nem sequer é vermelha... 

Num imenso mundo de if's e aparências, cada vez mais tenho a certeza que já somos cegos no momento em que cegámos, tal qual a alegoria da caverna. 
Saramago não foi o responsável por trazer a luz e muito menos encarreirar a pontuação algures perdida. Mas a nitidez, uma outra nitidez que não sei descrever mas de que gosto muito, assim para bastante, foi trazida com a sua escrita. Quer queiramos ou não, eterna. E é bem verdade, Se podes olhar vê. Se podes ver, repara. 

"Hoje eu estou aqui e amanhã não estarei. É o que tem de chato."

2010, um ano que levou o que tanto me ofereceu.

08/05/2013

It's a new dawn. It's a new day. It's a new life



Como diz a música, cá estamos nós outra vez!

20/02/2013

Uma vida. Fix you, sempre!

"A gente vive na mentira, já nem dá conta do que sente, Antes sozinha toda a vida que ter um coração que mente." O amor não é assim tão easy como nos embala a música, mas é o princípio, o meio e um dia será o fim de uma história. Depois de 4 anos e 3 meses de namoro, os Pais deram o nó e hoje celebram a data oficial de casamento. Cinquenta e nove anos. Parabéns e obrigada! Também pela lição de vida, porque nem tudo são margaridas.

13/01/2013

Os vivos, os mortos e os que andam no mar

Já Platão o dizia na obra inacabada.

Como o saber não ocupa lugar, cá fica registado o momento. Bom ano para todos, recheado de coisas simples. As que enchem a alma. Tal qual o S. Gonçalo. Amarante, Aveiro, Gaia, you name it.
Que o Santo é nosso e de todos!


"É com rufar dos bombos, tambores e caixas de guerra que os Mareantes do Rio Douro chamam as pessoas para prestar homenagem ao seu Santo percorrendo as freguesias de Santa Marinha e Mafamude onde se encontra com a comissão Velha e Nova da Rasa. Os Mareantes são um vasto grupo do qual fazem parte os Mordomos que transportam, durante a festividade, a imagem de S. Gonçalo (padroeiro dos barqueiros do rio), a cabeça de S. Cristóvão (padroeiro das gentes do mar) e um terceiro elemento encarna a figura de São Roque, já as Comissões Velha e Nova da Rasa transportam a imagem de S. Cristóvão e a cabeça de São Gonçalo. O S. Gonçalo está na rua. Esta festa não tem música, não tem coreto nem ornamentações, tem gente, muita gente devota que anualmente cumpre o ritual de acompanhar o Santo, que representa o ano novo que chega com a promessa de fecundidade. Festa antiga de raiz romana, cristianizada com o decorrer dos tempos, atrai milhares de populares, tendo como ponto alto o tradicional "beijo das cabeças" na Igreja de Mafamude, onde o S. Gonçalo deverá entrar de costas viradas para o altar sob pena de ficar ali retido até o ano seguinte.

O "beijo das cabeças", com as imagens que representam S. Gonçalo e S. Cristóvão. A festa invoca igualmente S. Roque, protetor dos antigos carpinteiros navais, representado no cortejo por um Mareante vestido de frade, erguendo alto o bordão e a cabaça. Na igreja de Mafamude, fazem-se as preces ao altar de S. Gonçalo para que o ano, que mal começou, corra bem para todos Cumprido o ritual, o público presente irrompe numa explosão de alegria e ouve-se a cantiga, quais palavras de ordem: "O Santo é nosso, o Santo é nosso o corno é vosso. E ele é nosso! E é, é, é!"

Que assim seja!

12/01/2013

Sleep in peace when day is done



I know you know what I mean

10/12/2012

A reter

No cansaço que é a vida, desistir é uma opção. Stay focus, please.

22/11/2012

Não de sempre, mas para sempre

Faz hoje um ano que iniciei uma nova etapa. Deste caminho que é a vida e que se faz caminhando. Em todos os sentidos. Já o sabia, porque aprendi e senti na pele, a não desistir. Resistir e acreditar, sempre! E por favor, se tem de ser dado um grito e um abraço apertado, façam-no. Que o eterno "depois" e o falso imaculado da promessa "um dia" num ápice e sem aviso prévio pode ser extemporâneo. Acreditem que esse vazio não passa mais.

20/11/2012

Cause every now and then, the stars align.

Há uma linha ténue, cada vez menos perceptível, se alguma vez a percepção conseguiu ser trigo limpo farinha amparo, que nos apresente o branco do preto sem margem para dúvidas em todas as fases e etapas da vida. Mas há. E é essa linha de fino traço, quase esbatido, que mal se vê, que me prende e segura. Todos os dias. Mesmo que de um momento para o outro, sem aviso ou sussurro, eu seja a Augusta que tem mais um irmão. O Zé, que nunca existiu. Só na tua cabeça eles existem. E eu sei que há momentos em que a linha vai. Mas volta. E ambos sabemos que ela sempre existiu. E que lá está. E é recordada. Porque ela volta. Nem que seja aos poucos. Nem que seja por momentos. Breves. Mas volta.

18/11/2012

Fado desfadado

A andorinha, por voltar quase sempre ao mesmo local onde fez o ninho e por possuir um único parceiro ao longo da vida, simboliza valores como a família, o lar, o amor, a amizade. Vários substantivos, um denominador comum. A fidelidade. Contrariando as regras da sensatez com o nunca voltes ao lugar onde já foste feliz, a andorinha é a simplicidade que voando nos faz lembrar de não esquecer. A lealdade.

10/11/2012

Nestum, concertos, carne e as coisas como elas são

Só sabedores e arautos da verdade... Isabel Jonet disse o que todos pensam. Assim como até Ana Jorge o fez, quando falou da sopa em casa. Ouvir com ouvidos de escutar, os badalados minutos na SicN, faz favor. E não esquecer que o trabalho da Isabel tem muitos, muitos anos. Quantos poupam água quando lavam os dentes? É básico, não é? Mas é sintomático e revelador de muito. Principalmente do espírito subjacente. O saber poupar e gerir.

30/10/2012

Sangue, suor, lágrimas e momentos eternos

Aqui fica neste imenso registado o sítio que tanta grandeza trouxe.
E o obrigada a todos. Principalmente ao Pedro, por ter acreditado que era possível transformar aquele espaço que do pó veio e hoje ao pó voltou.

Hoje foi o dia em que mais uma etapa, comprida, foi cumprida.
Com sangue, suor e lágrimas, qual fénix. Shall overcome!

16/10/2012

Insustentável leveza do som



 ... I told you to be patient, and I told you to be fine, I told you to be balanced and I told you to be kind ...

15/10/2012

Em loop, como o ar que respiras

És eternamente responsável por tudo aquilo que cativas.
Já dizia Saint-Exupéry

Faz por nunca o esqueceres. Nunca. Sob pena de nada nem ninguém te merecer.

05/10/2012

Todos os gostos e feitios, em todas as formas

5 de Outubro, não é um dia qualquer. É a República. É a bandeira de pernas para o ar. É a Marante, foi o Jobs. Foi e é isto.

Remembering Steve and think different!

03/10/2012

É por isto que cerro os olhos com força

A esta hora, Gaspar, o Ministro, fala.
A esta hora, boas e más notícias pululam.

A I., oficiosa, que começou com um simples divórcio e ficou uma cliente assídua, cumpridora, não dá um espirro sem recorrer ao devido conselho da advogada.

Nem só más novas traz. A mais recente foi a parte laboral, tratada em Julho.
Mas a I., uma lutadora a sério, arranjou emprego e começou esta segunda-feira.
Fez questão de vir dizer. Sem necessidade nenhuma, só por estar contente: "estou feliz, queria apenas partilhar isso com a Dra!", disse.

São também estas coisas que dão alento e me deixam acreditar.

Send me postcards

É tão very much so... Abençoada RTP 2, que nos trazes também isto.